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O que acontece quando andamos com Deus
Nas escrituras proféticas de Amós 3:3-7, lemos acerca do clamor ou do peso do coração de Deus.Fide et Ratio
O artigo aborda os princípios bíblicos e teológicos envolvidos na unção espiritual.Dois níveis de Ministério
Mensagem do Pr. Kennedy Fábio sobre a importãncia de sabermos esperar em Deus.A RELEVÂNCIA PROFÉTICA DA CARTA AOS CRENTES DA IGREJA DE LAODICÉIA
III. 3º PRINCÍPIO: JESUS NOS ADVERTE SOBRE AS TERRÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS DE NOSSO ESTADO ESPIRITUAL
O contexto do versículo 20 aponta para a realidade da presença de Cristo no culto dos crentes laodiceanos. Tratava-se de um culto vazio, meramente exterior, uma fraude espiritual, onde Cristo não era presente sequer na vida dos crentes, graças a mornidão espiritual dos mesmos (Is 1.13,14; I Ts 5.19). Mas o que causa a mornidão? Em última análise, é causada por uma crescente apostasia! Veja os textos bíblicos de Ez 8.6 comparado com Ez 10.18,19. Tenha sempre em mente que um abismo chama outro abismo (Sl 42.7)!
a) Imagem dos Ciúmes à porta do altar (Ez 8.3,5). É o primeiro estágio da apostasia. Espiritualmente, refere-se àquilo que fortemente disputa o nosso amor e atenção com Deus, cuja influência é tal que está posta na porta do altar de Deus, no lugar de adoração – o nosso coração! É tudo aquilo que nos faz pensar duas vezes quanto ao envolvimento com Deus e com sua Obra; tudo aquilo que priorizamos no lugar de Deus. Estas coisas, aparentemente boas, acabam roubando nosso prazer em estar na Casa de Deus, de ir ao culto, de participar ativamente das atividades que se referem a Deus e à Sua Obra (Sl 27.4; 122.1; Tg 4.5 comp. I Co 10.22 comp. Êx 34.14; Hb 10.25). Acaba produzindo um perigoso esfriamento da fé, possibilitando que o crente espiritualmente passe ao segundo estágio de apostasia.
b) Pinturas abomináveis nas paredes da Casa de Deus (Ez 8.10). É o segundo estágio da apostasia. Aqui, o incenso, isto é, a importância dada, é queimado na Casa de Deus àquilo que é diabólico. A importância dada às coisas desse mundo é tal que as “pinturas do mundo” passam a estar fixadas no coração dos crentes, em detrimento dos Princípios do Reino de Deus. São as famosas “concupiscências da carne” (Tg 1.14,15), por exemplo, o namoro moderno (“ficar”), o comprometimento com a impiedade dos amigos ímpios, as festinhas profanas, etc. (I Jo 2.15,16; II Tm 3.1-4). Aqui, os crentes tornam-se "...mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.". Eles possuem certa medida de amor por Deus. Mas este amor é sobrepujado e contaminado por um amor pelos prazeres do mundo. Paulo está falando daqueles que vão no encalço dos prazeres de iniqüidade! Neste segundo estágio de apostasia, derivado do primeiro, não há ruptura física com a congregação, mas sim ruptura espiritual: é possível continuar a viver a vida “evangélica”, participando de cultos dominicais, sem se importar com os valores éticos e morais da Palavra de Deus.
c) Mulheres chorando por Tamuz na entrada da Casa de Deus (Ez 8.14). Trata-se do terceiro estágio da apostasia. Aqui, o crente dá brechas mais extensas ao diabo, porque sua mente e suas emoções ficam quase completamente dominadas pelo fascínio do mundo. Por exemplo, os jovens e adolescentes, que ficam a lamentar pelos cantos da Igreja por causa de relacionamentos mistos (luz e trevas) e que não saem da porta do Templo, trocando olhares furtivos com o mundo, apaixonados pelo mundo. Contudo, todas as idades estão igualmente sujeitas! Neste estágio, já não importa mais o que está acontecendo no interior do Templo, não importa mais o culto, não importa mais o Senhor – não passam de mera obrigação. O coração está a bater fortemente pelo mundo, e as lágrimas do inconformismo com o cristianismo e com a Igreja brotam no coração ou mesmo nos olhos destas pessoas.
d) Adoração ao sol de costas para templo (Ez 8.16). Último estágio da apostasia. Espiritualmente, significa desprezo pelo Senhor em detrimento daquilo que Ele criou. Não há mais vínculo afetivo e de fé com o Senhor e com seus discípulos. Aqui, o crente retorna para o mundo fisicamente, totalmente cativo pelo inimigo (Ec 11.9,10; Jó 13.26; Sl 103.1-5; II Tm 2.22; Sl 144.12), desviando-se do Caminho de Deus. Toda adoração, ou seja, toda veneração é dada ao mundo, ao seu sistema e aos seus valores e relacionamentos. Multidões apóstatas que outrora caminharam com o Senhor. Agora escondem-se dEle e não querem estar na Sua presença. Alguns dos que lêem estas palavras desviaram-se e seguiram seu próprio caminho. Rejeitaram a Jesus e ainda não O querem.
IV. CONCLUSÃO.
Amado crente de Laodicéia, o Senhor Jesus te convida a abrir seu coração para a real comunhão com Ele mesmo. Veja suas palavras: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. (Ap. 3.19,20) Não importa o quão longe você desviou-se de Deus, não importa o quão profundo é o abismo em que você se encontra! Arrependa-se da vida cristã que você tem levado e abra o seu coração para a real comunhão com o Senhor. Ele te ama! Ele quer entrar na sua vida novamente, quer fazer parte dela nos mínimos detalhes! Pense nisso e lembre-se: Deus está te dando Visão de Águia!
O contexto do versículo 20 aponta para a realidade da presença de Cristo no culto dos crentes laodiceanos. Tratava-se de um culto vazio, meramente exterior, uma fraude espiritual, onde Cristo não era presente sequer na vida dos crentes, graças a mornidão espiritual dos mesmos (Is 1.13,14; I Ts 5.19). Mas o que causa a mornidão? Em última análise, é causada por uma crescente apostasia! Veja os textos bíblicos de Ez 8.6 comparado com Ez 10.18,19. Tenha sempre em mente que um abismo chama outro abismo (Sl 42.7)!
a) Imagem dos Ciúmes à porta do altar (Ez 8.3,5). É o primeiro estágio da apostasia. Espiritualmente, refere-se àquilo que fortemente disputa o nosso amor e atenção com Deus, cuja influência é tal que está posta na porta do altar de Deus, no lugar de adoração – o nosso coração! É tudo aquilo que nos faz pensar duas vezes quanto ao envolvimento com Deus e com sua Obra; tudo aquilo que priorizamos no lugar de Deus. Estas coisas, aparentemente boas, acabam roubando nosso prazer em estar na Casa de Deus, de ir ao culto, de participar ativamente das atividades que se referem a Deus e à Sua Obra (Sl 27.4; 122.1; Tg 4.5 comp. I Co 10.22 comp. Êx 34.14; Hb 10.25). Acaba produzindo um perigoso esfriamento da fé, possibilitando que o crente espiritualmente passe ao segundo estágio de apostasia.
b) Pinturas abomináveis nas paredes da Casa de Deus (Ez 8.10). É o segundo estágio da apostasia. Aqui, o incenso, isto é, a importância dada, é queimado na Casa de Deus àquilo que é diabólico. A importância dada às coisas desse mundo é tal que as “pinturas do mundo” passam a estar fixadas no coração dos crentes, em detrimento dos Princípios do Reino de Deus. São as famosas “concupiscências da carne” (Tg 1.14,15), por exemplo, o namoro moderno (“ficar”), o comprometimento com a impiedade dos amigos ímpios, as festinhas profanas, etc. (I Jo 2.15,16; II Tm 3.1-4). Aqui, os crentes tornam-se "...mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.". Eles possuem certa medida de amor por Deus. Mas este amor é sobrepujado e contaminado por um amor pelos prazeres do mundo. Paulo está falando daqueles que vão no encalço dos prazeres de iniqüidade! Neste segundo estágio de apostasia, derivado do primeiro, não há ruptura física com a congregação, mas sim ruptura espiritual: é possível continuar a viver a vida “evangélica”, participando de cultos dominicais, sem se importar com os valores éticos e morais da Palavra de Deus.
c) Mulheres chorando por Tamuz na entrada da Casa de Deus (Ez 8.14). Trata-se do terceiro estágio da apostasia. Aqui, o crente dá brechas mais extensas ao diabo, porque sua mente e suas emoções ficam quase completamente dominadas pelo fascínio do mundo. Por exemplo, os jovens e adolescentes, que ficam a lamentar pelos cantos da Igreja por causa de relacionamentos mistos (luz e trevas) e que não saem da porta do Templo, trocando olhares furtivos com o mundo, apaixonados pelo mundo. Contudo, todas as idades estão igualmente sujeitas! Neste estágio, já não importa mais o que está acontecendo no interior do Templo, não importa mais o culto, não importa mais o Senhor – não passam de mera obrigação. O coração está a bater fortemente pelo mundo, e as lágrimas do inconformismo com o cristianismo e com a Igreja brotam no coração ou mesmo nos olhos destas pessoas.
d) Adoração ao sol de costas para templo (Ez 8.16). Último estágio da apostasia. Espiritualmente, significa desprezo pelo Senhor em detrimento daquilo que Ele criou. Não há mais vínculo afetivo e de fé com o Senhor e com seus discípulos. Aqui, o crente retorna para o mundo fisicamente, totalmente cativo pelo inimigo (Ec 11.9,10; Jó 13.26; Sl 103.1-5; II Tm 2.22; Sl 144.12), desviando-se do Caminho de Deus. Toda adoração, ou seja, toda veneração é dada ao mundo, ao seu sistema e aos seus valores e relacionamentos. Multidões apóstatas que outrora caminharam com o Senhor. Agora escondem-se dEle e não querem estar na Sua presença. Alguns dos que lêem estas palavras desviaram-se e seguiram seu próprio caminho. Rejeitaram a Jesus e ainda não O querem.
IV. CONCLUSÃO.
Amado crente de Laodicéia, o Senhor Jesus te convida a abrir seu coração para a real comunhão com Ele mesmo. Veja suas palavras: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. (Ap. 3.19,20) Não importa o quão longe você desviou-se de Deus, não importa o quão profundo é o abismo em que você se encontra! Arrependa-se da vida cristã que você tem levado e abra o seu coração para a real comunhão com o Senhor. Ele te ama! Ele quer entrar na sua vida novamente, quer fazer parte dela nos mínimos detalhes! Pense nisso e lembre-se: Deus está te dando Visão de Águia!
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